A cidade de Figueirão vai implantar um novo método para identificar rapidamente áreas com maior risco de transmissão da dengue, zika e chikungunya, doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Trata-se das ovitrampas, equipamentos que permitem monitorar a presença do mosquito por meio da coleta de ovos.
Nesta semana, profissionais da Secretaria Municipal de Saúde e do setor de Endemias receberam capacitação específica da bióloga Camila de Almeida Barbosa, especialista da Coordenadoria Estadual de Controle de Vetores, sobre a correta utilização desses equipamentos. O objetivo é que as equipes consigam, de forma eficaz, identificar precocemente regiões com maior infestação do mosquito.
A ovitrampa é um pequeno recipiente contendo água, que atrai o mosquito para a colocação de ovos em uma superfície interna, geralmente de madeira ou tecido. Com a análise posterior dos ovos depositados, as equipes podem monitorar constantemente as áreas onde o mosquito está se reproduzindo com maior frequência.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Pedro Ubiali, a medida representa um avanço significativo no controle das doenças transmitidas pelo mosquito, mas ele ressalta que a participação da comunidade permanece fundamental. A orientação é que a população continue eliminando qualquer tipo de água parada e tomando medidas preventivas recomendadas.